Técnicas, frameworks e scripts usados por quem bate meta todos os meses.
Seu melhor vendedor pode não estar no comercial. Pode estar na carteira de clientes. O problema é que muita empresa trata indicação como bônus espontâneo de quem gostou da experiência, em vez de estruturar isso como canal real de aquisição. Resultado: deixa dinheiro na mesa e chama de “orgânico” aqu
Ler artigo →Se a sua empresa ainda decide baseada em opinião, intuição solta ou hierarquia disfarçada de convicção, ela não é ágil. Ela é vulnerável. Cultura de dados não existe para engessar criatividade ou matar repertório. Existe para impedir que decisões importantes sejam tomadas com base em barulho, ego e
Ler artigo →Venda complexa não trava, na maioria das vezes, por falta de interesse. Trava por falta de condução. O cliente até reconhece a necessidade, vê algum valor, demonstra abertura, participa da reunião… e depois o processo esfria. Some resposta, adia decisão, empurra para o próximo mês, “vai internamente
Ler artigo →Quando um vendedor sai, muita empresa trata como se fosse apenas um evento de RH. Recruta outro, abre onboarding, reorganiza carteira e segue o jogo. Só que o jogo não segue tão simples assim. Turnover em vendas é problema de receita. E dos caros. Porque cada saída leva muito mais do que uma cadeira
Ler artigo →Se o seu dashboard é bonito, cheio de gráfico elegante, cor corporativa impecável e, ainda assim, não muda decisão nenhuma, ele não é ferramenta de gestão. É decoração analítica. E decoração analítica não melhora receita. Só ocupa tela em reunião.
Ler artigo →Comissão mal desenhada é uma fábrica de comportamento errado com aparência de incentivo. Você acha que está motivando o time a vender mais. Na prática, pode estar empurrando desconto, fechando cliente ruim, estimulando promessa torta e sabotando retenção. Remuneração variável nunca é só detalhe de R
Ler artigo →Se você acha que RevOps é coisa de empresa grande, com stack caríssima, time robusto e budget de gente que chama planilha de “legacy system”, talvez esteja usando o tamanho da sua operação como desculpa elegante para continuar desorganizado. E desculpa, como você já deve saber, não melhora receita.
Ler artigo →Pipeline não é lista de oportunidades. É retrato da sua receita futura. E quando esse retrato está borrado, inflado ou mal interpretado, a empresa começa a decidir no escuro com uma confiança quase artística. O comercial diz que “tem bastante coisa na mesa”, a liderança se agarra à esperança e o mês
Ler artigo →O vendedor “caçador” que interrompe, empurra produto e tenta vencer o cliente no cansaço está ficando obsoleto. E não é por romantismo de mercado. É por ineficiência. O comprador mudou. Chega mais informado, mais desconfiado e com muito menos paciência para abordagem vazia. Quem ainda opera como se
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